Nelson Ângelo
Gênero MPB
Cidade Rio de Janeiro
WEB www.nelsonangelo.com

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Compositor, instrumentista, arranjador e cantor, Nelson Angelo é um dos mais criativos e respeitados artistas da Música Popular Brasileira contemporânea. Nascido em Belo Horizonte em 1949, iniciou seus estudos de violão aos 10 anos, com o professor Raul Marinuzi e em seguida com o mestre José Martins.

Compondo desde os anos sessenta, tornou-se músico profissional em 1966. Atuou em auditórios, clubes noturnos e bares, ligando-se ao compositor e cantor Milton Nascimento, com o qual participaria mais tarde do movimento identificado como Clube da Esquina. Ainda em 1966, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde desde então reside.

Estudou música com Vilma Graça e mais tarde, em 1988, canto com Heloisa Madeira. Em 1969, convidado pelo compositor Geraldo Vandré, formou juntamente com Franklin da Flauta, Geraldo Azevedo e Naná Vasconcelos, o conjunto Quarteto Livre, participando de festivais (TV Record), temporadas teatrais (Teatro Opinião, Rio de Janeiro) e shows por todo o Brasil.

Formou com Milton Nascimento, Cynara e Cybele, o quarteto que interpretou a música Sentinela (Milton Nascimento/Marcio Borges), no festival da Record de 1968. Atuou em gravações, shows e turnês, ao lado de muitos artistas brasileiros. Entre eles: Milton Nascimento, Marcos Vale, Edu Lobo, Francis Hime, Elis Regina, João do Vale, Clementina de Jesus, Nana Caymmi, Chico Buarque, Egberto Gismonti,

Apresentou-se no México no “Hotel Camiño Real” e em programas da TV Mexicana, como convidado do pianista e compositor Luiz Eça, tendo participado do conjunto “A Sagrada Família”.

Em 1971, fundou juntamente com Naná Vasconcelos, Joyce, Novelli e Toninho Horta, o grupo musical “A Tribo”.

Em 1973 foi pela primeira vez à Europa onde realizou as gravações do LP “Nana & Nelson Angelo & Novelli”. Passou várias temporadas em Paris, onde registrou o LP “Mineiro pau” e gravou como convidado em trabalhos de Pierre Akendengue, Teca e Ricardo, Les Etoiles, Marcia Maria entre outros.

Durante os anos 80 esteve nos Estados Unidos, onde gravou com Milton Nascimento “Journey to dawn” e Sergio Mendez.

Apresentou-se ainda no Uruguai, França, Inglaterra, Noruega, entre outros.

Conviveu com os mais diversos gêneros musicais brasileiros, tendo freqüentado a boemia carioca nos anos 1970 e 1980. Participou também de encontros e shows no “Clube do Samba”, onde conheceu João Nogueira. Atuou com os grandes mestres da bateria no Brasil, entre eles Edison Machado, Dom Um Romão, Wilson das Neves, Robertinho Silva e Ricardo Costa.

Com o poeta Cacaso escreveu o musical “Táxi”, além de aproximadamente outras 50 canções. Compôs também com Milton Nascimento, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Murilo Antunes, Sérgio Sant'Anna entre outros.

Ao longo de sua carreira, participou de gravações em discos de Antonio Carlos Jobim "Tom Jobim & Miúcha", Alaíde Costa "Coração", "Blue Brasil" e "Primitivo", Sarah Vaughan "I love Brazil", Elis Regina "Ela", Sérgio Mendes "Sérgio Mendes & Brazil 88", Luís Eça "Luís Eça e a Sagrada Família", Luiz Bonfá "The new face of Bonfá".

Participou ainda de gravações com Milton Nascimento: "Milton Nascimento", "Clube da Esquina", "Milagre dos peixes", "Minas", "Geraes", "Clube da Esquina 2", "Journey to dawn", trilha dos balés "Maria, Maria" e "O último trem".

Trabalhou também com Chico Buarque "Calabar" e "A Ópera do Malandro", Edu Lobo "Edu Lobo", Chico Buarque e Edu Lobo "O grande circo místico", Rosinha de Valença "Divisão das àguas", Simone "Face a face" e "Cigarra" Nana Caymmi “Nana Caymmi” entre muitos outros.

Em 1990, lançou o LP "Violão e outras coisas", contendo suas composições "O caminho e a paisagem" "Harmonia da água", "Boda", "Para sempre", "Manhã no planeta" (com Cacaso), "Mantra", "Reflexão", "Relembrando a contradança" e "O caminho e a solidão".

Em 1994, lançou o CD "A vida leva". No repertório as canções "Estação confrades", "Um tango", com a participação vocal de João Bosco e Áurea Regina, "Coisas de balada", "Canoa, canoa" (com Fernando Brant), "Não tem choro nem viola", "Coração atonal", "Fazenda" e "Reflexos" (Luiz Eça e Fernanda Quinderé), com a participação de Ana Maria. O CD conta ainda com o famoso tema de Pixinguinha e Benedito Lacerda "Um a zero", para o qual compôs uma letra, com a participação vocal de Chico Buarque.

Em 2000, gravou o CD "Cateretê", pela sua empresa “Novos Anjos Companhia” (NAC), em associação com a Combo Music. No repertório do disco, as músicas "Frevo de Vera", "Rádio Universal Pedal", "Dona Maria", "Delírios do mar", "Ligeirinho", "Trombone" e a faixa-título, todas de sua autoria, além de "Suas mãos" (Pernambuco e Antônio Maria).

Em 2002, lançou "Mar de mineiro", contendo 13 de suas parcerias com Cacaso. Nesse mesmo ano, realizou show de lançamento do disco na Sala Baden Powell, no Rio de Janeiro. Ainda em 2002, seu disco "Cateretê" foi lançado no mercado norte-americano.

Em 2007, a Dubas Música lançou o CD “Tempos diferentes – O maravilhoso mundo musical de Nelson Angelo”, compilação organizada por Leonel Pereda e Ronaldo Bastos.

Em 2008, fez show de lançamento do CD "Tempos diferentes" no Teatro Rival (RJ), acompanhado por Kiko Continentino (piano), Sergio Barroso (baixo) e Renato Massa (bateria), e com a participação da cantora Ana Martins, sua filha, e do flautista Carlos Malta.

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