Celso Adolfo
Gênero MPB
Cidade Belo Horizonte
WEB www.celsoadolfo.com.br

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Mineiro de São Domingos do Prata, iniciou sua carreira profissional na música com o Coração Brasileiro em 1983, produzido por Milton Nascimento. Gravando Coração Brasileiro no seu disco Anima, Milton trouxe para o conhecimento do grande público o nome do compositor Celso Adolfo. Ainda em 1983, Elba Ramalho fez do mesmo Coração Brasileiro um disco e um espetáculo de enorme repercussão e, no ano seguinte, ela gravou Azedo e Mascavo, também de Celso Adolfo, num arranjo a quatro mãos dividido com César Camargo Mariano, produzido por Mazolla, no Rio.

Em 1988 lançou Feliz, dirigido e arranjado por Túlio Mourão. Em 1990 lançou “Anjo Torto”, dirigido e arranjado por André Dequech.

Celso Adolfo traz em seu currículo uma larga experiência também com o teatro. Ainda secundarista nos anos 70, compôs sua primeira trilha para o teatro. A peça, Morte e vida Severina foi montada por alunos da ETFMG – atual CEFET – e apresentada em Aracaju. Faria mais duas trilhas para as peças O inimigo do Povo e Morre um gato na China. Depois de longo intervalo, volta à tarefa de compor trilha para o teatro, desta vez trabalhando com o Grupo Giramundo.

Em 1992, em parceria com Álvaro Apocalypse, compôs a trilha e passou a integrar as apresentações da peça Tiradentes, uma história de títeres e marionetes, escrita e dirigida por Álvaro Apocalypse e montada pelo Grupo Giramundo - Teatro de Bonecos, de Belo Horizonte.

Em 1995 gravou no Rio o CD “Brasil, Nome de Vegetal”. Participaram desse CD artistas como Milton Nascimento, João Bosco, Aquarela Carioca, Roupa Nova, Wagner Tiso, Celso Fonseca, Nico Assumpção, Victor Biglione, Mingo Araújo e Robertinho Silva. Ao lado de artistas como Jorge Benjor, Martinho da Vila e Leo Gandelman, Celso Adolfo recebeu o prêmio Canta Brazil Award em New York, idealizado pela produtora Liggia Canjani, da Rádio Suave, numa noite no Manhattan Center.

Em 1998, foi lançado o CD “Festa do Padroeiro”, produzido especialmente para São Domingos do Prata, com tiragem limitada a 3000 exemplares. Desde então o artista tem realizado um série de apresentações de sucesso em São Paulo, EUA (Boston, New Jersey, New York, Califórnia, Massachutsets e Flórida), Itália, Dinamarca, capital e interior de Minas Gerais.

Em 2003 lançou CD ‘O Tempo’, com 11 canções inéditas e participação especial da cantora argentina Sol Alac no bolero “Depois das dez”. Em 2006 Celso lançou o CD “Voz, violão e algumas dobras’, que traz participações especiais de Samuel Rosa, Leo Minax, Juarez Moreira e Alexandre Az.

O CD mais recente de Celso Adolfo é “Estrada Real de Villa Rica”, que traz 18 composições inéditas inspiradas na história do ouro e do diamante mineiros dos séculos 18 e 19, época em que Portugal tinha no Brasil a sua mais rica colônia. A Coroa portuguesa mandara construir estradas por onde passariam essa riqueza e nelas foram construídos os Registros, postos de fiscalização onde o contador, o fiel, o soldado e o administrador vasculhavam as cargas, as tropas e os tropeiros, os viajantes solitários, escravos e tudo que levavam ao chegar aos limites entre as capitanias. A estrada teve dois troncos iniciais: O Caminho Velho, que ligava Ouro Preto a Paraty; depois veio o Caminho novo, ligação mais curta entre Ouro Preto e o Rio de Janeiro.

Cada canção passa por alguma coisa que caracteriza aqueles tempos de ambição, riqueza, medo, traição, infortúnios. O Caminho velho e o Caminho novo motivaram duas canções. O Santuário do Caraça, as tropas e os tropeiros, a estalagem, a folia, a topografia, o ânimo religioso e tantas outras circunstâncias poéticas e históricas inspiraram cada composição do cd e soam como afirmação de uma das identidades do mineiro das montanhas.

O cd “Estrada Real de Villa Rica” está na colônia e está no império da Capitania das Minas Geraes. O sul mineiro e suas Terras Altas da Mantiqueira lembram outra Minas Gerais entre tantas que se forjaram nos séculos da Coroa Portuguesa. As Entradas e as Bandeiras chegaram ao ouro mineiro e deram partida a uma seção da história brasileira.

“Cego de amor” é uma modinha original do século 19 que foi encontrada em Diamantina e foi letrada por Celso Adolfo para este CD. A gravação respeitou a instrumentação e a partitura originais. A letra foi inspirada na forma poética de Tomaz Antônio Gonzaga, poeta e mártir da Inconfidência Mineira.

Celso Adolfo convidou Angelo Oswaldo (poeta, jornalista e atual prefeito de Ouro Preto), Álvaro Apocalypse, Iuri Popoff, Juarez Moreira e Leo Minax para parcerias em nove das 18 composições. Celso Adolfo assina as demais.

PROJETOS ESPECIAIS

1999 – PROJETO “CAFÉ COM LEITE” - SESC POMPÉIA - SÃO PAULO.

2000 – DINAMARCA – Oficinas de música na RMS (Rythmic Music Conservatory) em Copenhagen e shows na capital e interior do país.

2006 – PROJETO PIXINGUINHA (FUNART) – Celso Adolfo, Jane Duboc e Maurício Carriglio.

Rio de Janeiro (Rio das Ostras e Rio de Janeiro), Roraima (Rio Branco), Amazônia (Manaus), Pará (Belém) e Maranhão (São Luis)

2007 – MÚSICA NO CIRCUITO ESTRADA REAL - Série de encontros promovidos pela UFMG e FIEMG no Conservatório de Música da UFMG em Belo Horizonte.

2008 – Pesquisa e composição do cd Estrada Real de Villa Rica.


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